11/01/2013, finalmente conhecemos pessoalmente o Assucy Lopes Júnior. Niteroiense, radicado há muito, nas cidades de Maceió e Recife. A companhia no velejo foi do Marcelo Maia, que deu força ao Assucy, que não velejava há mais de 30 anos.
O dia, teoricamente não seria bom para velejadas! Mas, com vento, sem sol (que bom no verão) e algumas chuvas, curtimos muito, principalmente a agradável presença do Assucy.
Após a velejada visitamos o Mauro Pessanha, e saboreando um churrasco, apreciamos as novidades do Windyak!
A Vela VK, que equipava os dois caiaques, no caso do Veleirok, continuava sem os estruturantes do bordo de ataque da asa e apresentou excelente performance e com novo mastro, desapareceram a horríveis deformações que apresentou durante algum tempo.
O Raphael Piazzarollo Loureiro usando o aplicativo My Tracks on Android no seu S III, registrou os dados de uma velejada do dia 29/12/2012.
A velocidade do vento no dia variava de 15 a 20 nós na área desprotegida da enseada de Camburi. Nós velejávamos a sotavento da Ilha do Frade, o que diminuiu o impacto do vento, mas gerava muitos vórtices (redemoinhos de vento). A maré era de enchente e dificultava com muitas correntes e marolas.
O Veleirok portou-se muito bem, nada quebrou e o Raphael deu um show de coragem, arrojo e técnica.
ângulo na emenda do mastro provoca vinco horizontal indesejável na Vela VK
Nas últimas velejadas a Vela VKvem apresentando uma deformação, que pode ser apreciada na imagem. Esta deformação, um vinco na bissetriz do ângulo do punho de amura, diminui em muito a performance da vela.
Estamos sempre fazendo testes em busca de evolução de performance. Este defeito surgiu no momento em que experimentávamos um estruturante do bordo de ataque da asa com tubos de PVC de 150 mm.
Voltamos para o de 100 mm, usamos também sem estruturantes do bordo de ataque e a deformação continuava. No final, descobrimos que o que gerava o defeito era a conexão dos 2 segmentos do mastro, que foi trocado de madeira para tarugo de nylon, o que não funcionou. Quando chegarmos a Niterói o defeito será corrigido.
Raphael Piazzarollo Loureiro e Danilo Veleirok continuam curtindo velejadas em Vitória ES. Também conhecida como Ventória, não tem negado seu caráter com ventos diários de até 20 nós.
O Veleirok, embora com um problema na conexão dos dois segmentos do mastro (a minha tentativa de conectar com tarugo de nylon não funcionou), o que deforma a Vela VK, vem tendo uma performance excelente, encarando o super ventilador da Região.
O Raphael curtiu uma velejada de windsurf e mostrou que está em plena forma física.
O público capixaba está muito curioso e perguntando muito sobre o Veleirok e caiaques à vela.
Importante: Novos adeptos tem acesso a excelentes docmuentos contendo guias sobre embarcações
Lindo dia de véspera de Natal e verão capixaba. O Raphael me deu o prazer da companhia na velejada na linda Vitória ES, na raia do Centro Náutico de Vitória.
O Veleirok está na guarderia do Centro Náutico de Vitória, que sempre me acolhe muito bem! Pelas imagens dá para perceber, como este Centro vem contribuindo para o crescimento das atividades e Cultura Náutica no ES. Todos os tipos de embarcações na raia.
Nívea e Danilo Veleirok velejaram no dia 20/12/2012 na Lagoa de Cima. Localizada no município de Campos dos Goytacazes RJ, contribuinte da Lagoa Feia e próxima a BR-101.
Pouco conhecida dos brasileiros, inclusive dos fluminenses, esta jóia, que seria patrimônio mimado em outros países, continua inexplorada pelo turismo, tal qual a Lagoa Feia. Ventos limpos e fortes vindos deste ventoso trecho do litoral, premia os velejadores com praias belíssimas de areias brancas.
O Iate Clube da Lagoa de Cima, muito bem estruturado, premia venturosos campistas com momentos de lazer náutico. Oferece hospedagem para não sócios em suas instalações na margem sul.
A margem norte é mais frequentada e popular com quiosques e restaurantes, frequentados pela população de Campos. O difícil é aguentar a concorrência dos sistemas de som dos automóveis dos frequentadores! Os preços dos estabelecimentos são convidativos!
A Lagoa tem profundidade e oferece condições excelentes para atividades náuticas.
Em Jaconé, Aniversário do Pampo Clube de Pesca. Com Campeonato de Pesca em Caiaques e Encontro dos Pescaiaqueiros do RJ do Cube de Pesca em Caiaques.
Muitos participantes no Evento, mas, estávamos em 3 caiaques à vela. O Eddy com o seu duplo da Hidroglass, Genilson com um monoposto e Danilo Veleirok. Foi um dia de "tests drives" e velejaram, dos Pescaiaqueiros, Niko e Washington, que gostaram tanto, que não queriam largar os caiaques. Mauro Pessanha compareceu sem o seu caiaque à vela.
Eddy velejou bastante no monoposto da Hidroglass. Me acompanhou até o final da lagoa.
Genilson e eu não conhecíamos e Lagoa de Jaconé, que me surpreendeu a beleza natural, mas, não o contumaz descaso do brasileiro com suas jóias raras. A Lagoa fica escondida, não tem uma via de contorno e o povo de Saquarema perde em turismo e qualidade de vida. Acho que eles nunca ouviram falar da Lagoa Rodrigo de Freitas ... Isto não é privilégio de Saquarema!
Após a velejada fomos ao Encontro dos Pescaiaqueiros na casa do Michel, onde rolava a alegria de sempre e a confraternização do Clube. Genilson e eu ficamos pouco tempo, pois tínhamos o compromisso de retornar.
Eddy no seu duplo da Hidroglass
Simone do Pampo Clube e Cachorro e Fábio dos Pescaiaqueiros
Genilson, no Veleirok retornado da escolta do test drive de Niko e Wasinghton dos Pescaiaqueiros
História da Aventura da Travessia de Camorim (Angra dos Reis) a Praia Vermelha (Ilha Grande) realizada no sábado dia 25/08/2012 em seu caiaques à vela, por Genilson Hidroglass em seu modelo biposto e Danilo Veleirok.
Trajeto da aventura. Início em Camorim, chegada a Ilha Grande na Praia Longa e destino na Praia Vermelha, 22 km linha reta
O Dia Anterior A aventura ocorreu durante Evento dos Pescaiaqueiros RJ na Ilha Grande. A turma reuniu no Village, na residência do Fernando Cachorro e comemorou o seu aniversário. Após, seguiram em uma grande traineira em direção a Ilha Grande. Genilson e Danilo aceitaram o oferecimento de Fernando e ficaram hospedados na residência do Fernando, em concentração para o dia seguinte.
Saída de Camorim
Após uma noite confortável, acordamos cedo, preparamos os caiaques e conseguimos começar a remar às 8:15 hs. Está correto, remar até quase às 12:00 hs, pois o vento não apareceu...
Eu, que pouco tinha remado na vida, fui pegando o jeito devagarinho, o Genilson, safo, remava tranquilamente e me aguardava contemplando a natureza até que eu chegasse perto. Aquela região é linda, chega a ser mágica ... Os caiaques à vela, confirmavam a versatilidade e singravam com leveza e elegância.
A chegada do Vento! Contra!
No decorrer da remada, a biruta da retranca (uma lã pendurada) indicava, ora uma tendência de vir um vento leste, ora um sudoeste. Mas, nada que impulsionasse os caiaques... e toma remadas!
Por fim, lá pelo meio-dia chegou um tímido vento sudoeste, o que nos obrigava a uma velejada em orça quase fechada em direção ao nosso objetivo na Ilha Grande. O Genilson estava bem a frente, quando estava próximo as Ilhas Queimadas, recebeu a vista da lancha do Maurício, seu amigo. Conversaram e ofereceram reboque, mas o nosso objetivo era chegar velejando.
O mar estava picado, o que, devido ao meu peso, dificultava a orça fechada, o que me obrigou a arribar e orçar em um ângulo mais aberto, o que me tirava do objetivo da Praia Vermelha. O Genilson singrava muito bem, com mais velocidade e ângulo de orça, mas como bom companheiro mantinha uma proximidade e freava o seu ritmo.
Descobri, que além do vento contra, também tínhamos uma corrente contra, o que nos obrigou a seguir na direção da Praia Longa, na Ilha Grande.
No decorrer do percurso, eu sugeri que trocássemos os caiaques, pois eu gostaria de conhecer a performance dos caiaques com a mudança de velejadores. Eu estava muito curioso de saber como o duplo da Hidroglass se comportaria com o meu peso e o mesmo para o Veleirok com o Genilson. O Genilson, pesa quase a metade do meu peso. Mas, o Genilson ficou com receio da segurança do procedimento e de eu não conseguir embarcar no seu caiaque.
Aportando na Praia Longa
Chegamos a Praia Longa, já respirávamos com mais tranquilidade, pois já estávamos na Ilha. Um lugar lindo e frequentado por muitas embarcações. Uma lancha da praticagem deixou a enseada e com tanta aceleração que, eu que estava seco ará aquele momento, tomei um banho, que foi um batismo, já que a igreja, praticamente está a beira da praia.
Praia Longa, Ilha Grande
Praia Longa, Ilha Grande
Praia Longa, Ilha Grande
Praia Longa, Ilha Grande
Praia Longa, Ilha Grande
Praia Longa, Ilha Grande
Praia Longa, Ilha Grande
Rumo a Praia Vermelha
Trocamos os caiaques e nos preparamos para uma longa jornada de contravento até a Praia Vermelha. Partimos remando, o Genilson parecia uma bala, agora no Veleirok e eu ia me acostumando cm a característica de remada do Hidroglass.
Na praia tínhamos encontrado com uns pescadores que ficarm encantados com os caiaques à vela de disseram que nunca tinha aparecido nada igual por lá. O Genilson perguntou pelo vento e o pecador informou que era Leste... Eu ri para mim mesmo, o Genilson também... Quando saímos da enseada da praia, qual não foi a nossa surpresa! O vento tinha rondado para leste, e estávamos agora com o vento a favor, embora fosse uma brisa muito leve, o que nos obrigava a ajudar com o remo.
Só não deu para testar, com a troca dos caiaques o comportamento no contravento.
Danilo no Hidroglass
Danilo no Hidroglass
Genilson no Veleirok
Genilson no Veleirok
Genilson no Veleirok
Genilson no Veleirok
Genilson no Veleirok
Nos viram da Praia Vermelha...
Chegada e Recepção na Praia Vermelha
Quase passamos direto, mas o Niko dos Pescaiaqueiros, providencialmente ligou pelo celular e avisou ao Genilson. Finalmente chegamos a um lugar maravilhos e que nos proporcionou bons momentos com familiares e amigos dos Pescaiaqueiros RJ.